‘Eu não me importo de onde você vem Desde que você venha para mim Eu não gosto de ilusões Eu não posso vê-las claramente Eu não me importo, não, eu não ousaria Consertar a confusão que há em você. Você me mostrou, eventualmente O que você fará Eu não ligo...Eu não me importo... Desde que você esteja aqui Vá em frente e diga que você irá partir de novo Você voltará correndo Segurando seu coração cicatrizando na mão É tudo o mesmo E eu vou te aceitar como você é Se você me aceitar por tudo Fazer tudo de novo É tudo o mesmo As horas se passam e os dias se vão Até você decidir vir E entre nós, sempre parece tão longo Tudo de repente E eu tenho a habilidade, sim, eu tenho o destino De estar com você enquanto eu posso Não importa quanto tempo você ficar É tudo o que sou (...)E eu vou te aceitar como você é Se você me aceitar por tudo’
quarta-feira, 27 de julho de 2011
O que lhe falta é expressão, comunicação. Grande mulher submissa! Tens orgulho de ser o que é? Uma manipulada, medíocre. Guardas o que sentes pra ti a fim de proteger quem te rodeias. Protejas teus amados dos monstros que vivem dentro de ti, aqueles que lutam toda noite pra sair -melhor trancá-los de um jeito mais eficaz- Tua carinha nojenta os engana. Tu és uma pessoa correta, não é? Sigas teus fortes pensamentos, não deixes que eles escapem. Serás uma grande mulher! Extravase nas tuas frases. Grites ao mundo o que desejar. É isso que queres? É, tu precisas aprender a falar!
Tu só precisas aprender a falar.
Tu só precisas aprender a falar.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O pior mesmo é ter todos os abraços reconfortantes e só querer o seu, porque quando voce estava perto o mundo parava e eu não precisava de mais nada. te sentir me deixava calma, agora não te sinto mais. agora quando eu te olho, olho no fundo dos teus olhos, não consigo mais ver o que via, e eu via a coisa mais pura e linda do mundo, e o meu sorriso, aquele... lembra? aquele só seu, o mais verdadeiro e espontâneo. aquele que você fez questão de tirar do meu rosto, com perigo de nunca mais voltar.
será que esperava demais de você? é... acho que sim e ainda espero, espero muito. ainda espero que você repare seus erros, reconstrua a nossa confiança, me reconquiste e me faça feliz. mas você reconheceu seus erros calada e isso me deu a impressão de que você sabe que não vai mudar, porque essa é você e sempre vai ser. então, eu vou aceitar e tentar não esquecer por quem realmente me apaixonei, a pessoa que só vai ficar na memória.
o meu amor já ter perdoou por tudo sem ao menos hesitar, mas o meu orgulho tá ferido. e eu sei quem é mais forte nessa luta, sei que meu amor não se abalará por nada. esse amor me engole e me deixa fraca e por mais que eu não deva, o meu desejo sempre é ficar.
será que esperava demais de você? é... acho que sim e ainda espero, espero muito. ainda espero que você repare seus erros, reconstrua a nossa confiança, me reconquiste e me faça feliz. mas você reconheceu seus erros calada e isso me deu a impressão de que você sabe que não vai mudar, porque essa é você e sempre vai ser. então, eu vou aceitar e tentar não esquecer por quem realmente me apaixonei, a pessoa que só vai ficar na memória.
o meu amor já ter perdoou por tudo sem ao menos hesitar, mas o meu orgulho tá ferido. e eu sei quem é mais forte nessa luta, sei que meu amor não se abalará por nada. esse amor me engole e me deixa fraca e por mais que eu não deva, o meu desejo sempre é ficar.
sábado, 23 de julho de 2011
quero tanto que tenho medo de querer. é o melhor pra mim, mas o medo me engole. medo do que? tenho medo de ter que dizer "tchau" com a incerteza se terá volta. medo de largar tudo e começar em um lugar novo, com pessoas novas, tudo novo. medo de me sentir sozinha, de meus planos darem errado, de fazer a pior escolha, de deixar pra trás tudo com que estou acostumada, de construir novos sonhos. e o meu pior medo é nunca mais vê-la. talvez, isso que me prenda tanto, me sufoca. as vezes, sinto vontade de largar tudo, deixar acontecer, sem pensar e eu tinha certeza de que quando o momento chegasse, essa vontade não diminuiria e camuflasse todos os meus medos. não é que a vontade diminuiu, mas foram os medos que a camuflaram.
mas o que faço com meus medos?
mas o que faço com meus medos?
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
“Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas… Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo.”
— Caio Fernando Abreu
— Caio Fernando Abreu
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Seja forte, siga em frente, respire fundo, e perceba a importância de se ter braços vazios, pra que se possa ter espaço em si para abraçar o mundo.”
— Marla de Queiroz
E se não quisermos, não pudermos, não soubermos, com palavras, nos dizer um pouco um para o outro, senta ao meu lado assim mesmo. Deixa os nossos olhos se encontrarem vez ou outra até nascer aquele sorriso bom que acontece quando a vida da gente se sente olhada com amor. Senta apenas ao meu lado e deixa o meu silêncio conversar com o seu. Às vezes, a gente nem precisa mesmo de palavras.
Ana Jácomo
Ana Jácomo
terça-feira, 19 de julho de 2011
as meninas que você conhece são amigas demais ou pretendentes demais. você quer alguém distante, que te olhe de um jeito bem particular, te deixe confortável e desconfortável, contente e triste. de preferência alguém a quem você ainda não ame, para poder falar abertamente sobre sua teoria de amor, amor que já habita algum determinado espaço e apenas não foi direcionado a algum alvo específico. amor que já existe e você não encontra alguém com quem dividir. poderia ser ESSA menina, se ela não roesse as unhas. se ela não tingisse o cabelo dessa cor. e se você tivesse coragem. e se não te assustasse tanto, mas tanto, o fato de que ela se parece demais com o seu mundo, meio bonito.
e vendo toda aquela emoção de antigamente, o que se passou e quando chegou na hora não foi a mesma coisa, ao ver tais coisas, sentir e saber que não era igual antes, a paixão foi se definhando aos poucos, bem aos poucos. tudo valeu a pena enquanto durou. cada borboletinha no estômago que se desfez valeu a pena. pode até ser que tenha sido recíproco, e era, mas tem uma hora em que você cansa em ver que talvez a reciprocidade se espalhava sucessivamente. e aí desiste. a partir desse momento você aprende, mais ainda, que não é o fim do mundo, aprende questionar mais, a pensar mais e talvez não acreditar tanto no que as pessoas dizem, aprende que certas palavras não devem e não há necessidade de serem ditas em vão, a não jurar amor eterno. e de certa forma, acostuma a viver assim.
pessoas acham insensibilidade. eu acho realismo.
Longe de ser uma luta consciente, minha cabeça e meus sentimentos acabam funcionando como se estivessem em um verdadeiro ringue. Um quer ligar, falar, deixar fluir. O outro quer apenas ficar na sua e tentar não pensar mais nisso… é bem deixa pra lá. E, de verdade, não sei o que anda acontecendo, mas parece que a minha memória tem ficado cada vez mais seletiva, perdendo pedacinhos importantes de conversa pelo chão.
No fundo, no fundo, não há mais o que se falar. Não há definições. Agora é deixar que as coisas aconteçam e tentar ao máximo - se é que é possível - colocar as expectativas de lado e não construir mais ilusões pelo meio do caminho. Tentar nunca foi demais, não é mesmo?
segunda-feira, 18 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
Tenho tantos que já perdi a conta.
Medos, anseios, mágoas...
Sentimentos guardados como objetos antigos sem valor escondidos naquele baú .
As coisas vão acontecendo, os momentos passando, o amor sendo idealizado, a alegria sendo substituída, a monotonia sendo vivida.
Não devia ser assim.
Se soubéssemos o quanto isso no impede de viver. Se pudéssemos ver lá na frente o tanto de coisa que perdemos por medo, por acomodidade.
Sentir raiva e não brigar, sentir alegria e não sorrir, sentir angústia e não chorar.
Cadê o expressar? Aonde estão as verdades? A sinceridade, por onde ela anda?
Guardar pra você é encher de água um balão de aniversário. Uma hora ele estoura.
A vida não pára. O tempo não nos dá trégua.
Você vai sofrer, vai chorar, implorar por segundas chances. Em vão.
A vida nunca irá te dar isso.
É preciso aprender a viver.
Deixar que as mágoas nos ensine que viver é preciso, e o passado não pertence a estrada que segue em frente.
Deixar que o ódio seja transformado em ânimo, para que quando nossos planos falharem, não desistamos.
Deixar que as frustrações sejam esquecidas e no lugar, tenham sonhos. Sonhos, que são o que nos motivam a continuar a caminhada em busca de realizações.
Deixar que a única ansiedade que tenhamos seja a de ser feliz, a de sair com os amigos, a de amar o seu amor, a de ser feliz e fazer feliz.
O tempo não vai parar pra você aprender isso. Ponha logo em prática, não perca um segundo.
Não se arrependa de nada que tenha feito. Faça.
O que você quer ver quando estiver velho, sentado em sua poltrona com o controle da TV na mão, olhando pela janela, vendo a chuva cair e o filme da sua vida passar?
A escolha é sua.
Medos, anseios, mágoas...
Sentimentos guardados como objetos antigos sem valor escondidos naquele baú .
As coisas vão acontecendo, os momentos passando, o amor sendo idealizado, a alegria sendo substituída, a monotonia sendo vivida.
Não devia ser assim.
Se soubéssemos o quanto isso no impede de viver. Se pudéssemos ver lá na frente o tanto de coisa que perdemos por medo, por acomodidade.
Sentir raiva e não brigar, sentir alegria e não sorrir, sentir angústia e não chorar.
Cadê o expressar? Aonde estão as verdades? A sinceridade, por onde ela anda?
Guardar pra você é encher de água um balão de aniversário. Uma hora ele estoura.
A vida não pára. O tempo não nos dá trégua.
Você vai sofrer, vai chorar, implorar por segundas chances. Em vão.
A vida nunca irá te dar isso.
É preciso aprender a viver.
Deixar que as mágoas nos ensine que viver é preciso, e o passado não pertence a estrada que segue em frente.
Deixar que o ódio seja transformado em ânimo, para que quando nossos planos falharem, não desistamos.
Deixar que as frustrações sejam esquecidas e no lugar, tenham sonhos. Sonhos, que são o que nos motivam a continuar a caminhada em busca de realizações.
Deixar que a única ansiedade que tenhamos seja a de ser feliz, a de sair com os amigos, a de amar o seu amor, a de ser feliz e fazer feliz.
O tempo não vai parar pra você aprender isso. Ponha logo em prática, não perca um segundo.
Não se arrependa de nada que tenha feito. Faça.
O que você quer ver quando estiver velho, sentado em sua poltrona com o controle da TV na mão, olhando pela janela, vendo a chuva cair e o filme da sua vida passar?
A escolha é sua.
sábado, 16 de julho de 2011
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torne-se uma pessoa melhor e segura de que sabe bem quem é você próprio, antes de conhecer alguém e de esperar que ele veja quem você é.
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão
Fernando Pessoa
quarta-feira, 13 de julho de 2011
A pessoa diz que te ama, então tá. Ele te ama.
Sua mulher/marido diz que te ama, então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme .
A demonstração de amor requer mais do que verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se já diz que ama , tenha a santa paciência, vou querer que ela faça pacto de sangue também?
Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando.
Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.
Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.
Martha Medeiros
terça-feira, 12 de julho de 2011
“Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso. Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes. Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.”
[Caio Fernando Abreu]
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Pra que esconder o que se sente.
Amar, se apaixonar, sentir aquele frio na barriga, trocar olhares são algumas das coisas mais gostosas do mundo.
Não se esconde o que se gosta.
Se você ama, mostre a todos, mostre ao mundo.
Amar e ser amado nos faz bem. Ter alguém ao nosso lado é mágico.
Você conta os milésimos de segundos para estar com aquela pessoa.
E quando você não a vê, morre de saudade.
Às vezes, você sente um vazio e nem entende o que é, mas é a falta de ter alguém, nem que seja para você simplesmente olhar para lado e ter uma pessoa te olhando.
Não importa quem seja, deixe as pessoas falarem. Você tem que ser feliz, tem que fazer o que realmente deseja.É tempo de você viver coisas novas.
Antes que a vida passe e você perca seu tempo e a felicidade. Mesmo que um dia acabe, você se machuque e se decepcione. Pelo menos você tentou e foi feliz naquele momento. Isso faz parte da vida, se você deixar.
Quer um conselho ? Não deixe de ser feliz por uma pessoa que te magoou ou não está nem aí pra você, viva sua vida, faça que com ela você seja cada dia mais feliz, deixe tudo de lado e vai ser feliz.
Ter recordações é melhor do que não ter.
“Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você, ou apenas aquilo que eu queria ver em você,eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e, se era assim,até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que, no fundo, sempre no fundo,
talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende?”
‘Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera’. Arnaldo Jabour.
sábado, 2 de julho de 2011
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